Os jovens do século XXI
não se vêm mais como crianças que estão se formando, se adaptando e se
conhecendo para passarem para a fase adulta, mas querem amadurecer o mais
rápido possível, seja para utilizarem a liberdade da vida adulta ou para se
igualarem e serem vistos pela sociedade. O problema é que os jovens
(adolescentes) ao invés de utilizarem as responsabilidades, empregos e tomada
de decisões para se aproximarem da fase adulta utilizam as drogas como o
álcool, o fumo, as drogas ilícitas e o sexo, que cada vez mais cedo esta no
cotidiano dos adolescentes. Para falarmos do alcoolismo é inevitável falar de
saúde e dos males que ela traz pra ela. Saúde não esta relacionada a apenas
fatores biológicos, mas também ás emoções e aos afetos, às relações com outras
pessoas. Cada vez mais cedo os adolescentes estão consumindo álcool. A
pressão da mídia, pressão de amigos, baixo custo e facilidade para adquirir
bebidas, exercem uma influência "física" no aumento do consumo,
outros motivos podem ser destacados. "Beber socialmente desinibe e permite
conversar mais", o jovem usa essa desculpa para beber como forma de se
sentir mais a vontade com seus amigos ou em uma festa qualquer, pois assim, se
ele fizer alguma besteira enquanto estiver sob o efeito do álcool, usará a
bebida como culpada e não ficará envergonhado futuramente.
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Jovens do século XXI
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
às
15:12
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JR_Rodrigo
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Consequências imediatas do consumo de álcoo
às
12:52
| Postado por
JR_Rodrigo
O Consumo de álcool vem já dos tempos pré - históricos e tem marcado todas as civilizações ao longo dos séculos. Todos nós temos, de uma forma ou de outra, a noção do significado de embriaguez/ bebedeira (ou, por outras palavras: bezana, chiba, buba, piela, cabra, borracheira, biriteira, pifo...). Estas palavras servem para descrever a ingestão única de uma grande quantidade de álcool, quantidade essa que conduz a uma intoxicação aguda, que, por sua vez, favorece o aparecimento de perturbações físicas e mentais:
- Excitação psíquica;
- Euforia;
- Falta de capacidade crítica;
- Alterações da coordenação motora;
- Desequilíbrio;
- Confusão;
- Vómitos/náuseas;
- Sono profundo, coma e, eventualmente, morte.
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Porque é que o alcoolismo é um problema social?
às
12:50
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JR_Rodrigo
A médio e longo prazo o consumo de álcool acarreta consequências graves, não só a nível da saúde do indivíduo, mas também a nível social, sendo por isso o álcoolismo considerado um problema social e não um problema individual. Os seguintes tópicos transmitem alguns dos problemas associados ao precoce e/ou excessivo consumo de álcool:
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Qual a idade permitida a venda de álcool?
às
12:48
| Postado por
JR_Rodrigo
A pedido de vários seguidores do blogue, vamos deixar, por agora, os textos informativos de lado e passar à discussão de um tema, por vezes, algo polémico: Será 16 ou 18 anos a idade ideal, a partir da qual, deve ser legalmente permitida a venda de álcool? Aqui vos deixamos algumas opiniões recolhidas:
1) Aos 16 anos o corpo ainda está em desenvolvimento. E se é um dado adquirido que o consumo de álcool na adolescência compromete o crescimento e desenvolvimento saudáveis, parece – me que os 18 anos, início da idade adulta, seria a idade ideal para o início do consumo moderado de bebidas alcoólicas.
Olívia Ferreira, 44 anos
2) Está cientificamente comprovado que o consumo de álcool numa idade prematura, e eu considero os dezasseis anos uma idade prematura para esse efeito, logo não poderei, de forma alguma, concordar com o início do consumo de álcool por jovens ainda numa fase de crescimento e de desenvolvimento do seu corpo. Creio mesmo que a idade ideal para, eventualmente, se iniciar o consumo de álcool, seja os 18 anos. Nessa altura os jovens já estarão mais sensíveis aos efeitos nefastos do consumo de álcool. O álcool consumido numa idade adulta e de forma moderada é um bom pretexto a sã convivência social. Tenho dito.
Jorge Martins, 48 anos
3) Na minha opinião só deveria ser permitido a venda de bebidas alcoólicas a partir dos 18 anos, sendo esta a idade em que todos os jovens passam a responder por todos os seus actos! Aos 16 anos é uma idade em que se deve dar uma liberdade controlada para começarem a aprender com os próprios erros mas há asneiras feitas pelos jovens sob o efeito de álcool que são os pais a pagar por esses erros.
Esperança Jesus, 43 anos
4) Aos 16 anos todos os jovens na sociedade actual se encontram em situações escolares fulcrais para um futuro sólido e seguro. Quando algum ser se encontra em estado alcoólico, o cérebro retarda a velocidade de processamento da informação. Por isso, para beber, é preciso ter moderação e responsabilidade e os jovens de 16 anos raramente têm esse tipo de mentalidade! Eu próprio já passei por essa idade e o que queria era ser o maior e mostrar que bebia mais que toda a gente e ficava menos embriagado. Por isso, 18 ano é a idade ideal. Bebam com moderação!
Miguel Santos, 19 anos
5) Na minha opinião, a idade legal para a venda de álcool deve ser os 18 anos, uma vez que o organismo do adolescente antes dessa idade não metaboliza adequadamente o álcool ingerido, prejudicando, assim, o correcto funcionamento de algumas capacidades como a memória, a inteligência, o raciocínio, entre outros.
Catarina Lopes, 25 anos
6) Não se pode negar que os efeitos nefastos do álcool se podem evidenciar mais no corpo de um adolescente. Mas, na realidade, se o consumo for exagerado, o álcool provoca danos graves independentemente da idade. Porque se há – de liberalizar tudo aos jovens aos 18 anos? O álcool, o tabaco, a carta de condução (o álcool e a carta de condução ao mesmo tempo!) …a maioridade! Realmente é uma idade marcante e, para a maioria dos jovens, de grandes mudanças, mas ter tudo de uma só vez não será carga a mais? Não se devia um jovem integrar nas responsabilidades e na vida adulta progressivamente? Além disso, um jovem com vontade de consumir álcool, seja para se embriagar ou não, arranja meios para o fazer, tendo ou não idade legal para tal ( porque pede a um amigo, porque vai a um estabelecimento onde a lei não se cumpre…). Por isso, creio ser os 16 anos a idade a partir da qual deve ser legalmente permitida a venda de álcool a adolescentes, pois desta maneira poderá haver um maior controlo real sobre o consumo de álcool pelos adolescentes. Poderemos, assim, incutir desde cedo a responsabilidade de consumir bebidas alcoólicas com moderação e combater os excessos através da prevenção (vamos informar!) e não da proibição. Até porque o fruto proibido é o mais apetecido!
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O Consumo de álcool
às
12:39
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JR_Rodrigo
O Consumo de álcool tornou – se um hábito entre a população jovem. É frequente e até aceitável ver e conviver com adolescentes embriagados, de tal modo que se tornou uma preocupação da sociedade. Somos apenas jovens que em pouco nos distinguimos dos outros , mas a verdade é que as consequências do excesso e precoce consumo de álcool constituem uma preocupação nossa. Aguardem futuras publicações onde vos transmitiremos informações valiosas sobre este tema, nomeadamente resultados de um inquérito por nós realizado.
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ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
às
14:08
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JR_Rodrigo
Puberdade é o termo usado na medicina para definir a transição entre a infância e a adolescência. Já o termo adolescência é mais usado na psicologia e identifica o período em que o corpo muda e a mente procura acompanhar essas transformações. Por isso a adolescência é um período tão conturbado, em que tudo acontece ao mesmo tempo.
A nova realidade faz com que o jovem conteste regras e busque uma série de experimentações: drogas, álcool, mentiras, burlar regras são algumas delas. Esse comportamento acaba sendo esperado dentro de um limite.
“As atitudes passam a preocupar quando excedem esses limites, como deixar de ir à escola, não conviver com a família, cometer pequenos furtos e, a partir disso, envolver-se em coisas mais graves. É nesse momento que os responsáveis pelo adolescente devem tomar providências”, garante Berenice Carpediane, psicoterapêuta e professora do curso de Psicologia da Universidade Prebisteriana Mackenzie.
Uso Precoce do álcool
Cada vez mais recorrente na adolescência, o uso do álcool preocupa por suas conseqüências físicas, mentais e sociais. Em novembro de 2006, foram divulgados os resultados os resultados do segundo levantamento sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).
O Levantamento revela um aumento dos dependentes de álcool no País, de 11,2%, em 2001, para 12,3%, em 2006. Foram focalizadas 107 cidades com mais de 200 mil habitantes e ouvidas 8,5 mil pessoas entre12 e 65 anos. A pesquisa destaca que é particularmente preocupante o uso precoce do álcool, uma vez que quanto mais cedo se inicia o consumo, tanto maior é o risco de tornar-se dependente.
Ainda segundo o Cebrid, é importante notar que 48,3% dos adolescentes na faixa etária dos 12 aos 17 anos já beberam alguma vez na vida (52,2% rapazes; 44,7% moças). Desses, 14,8% bebem regularmente e 6,7% são dependentes.
Para Berenice Carpediane, o adolescente que tem a bebida como a sua principal falta de limites geralmente procura um suporte para entender uma realidade interna desconhecida. “Não estou afirmando que todo adolescente alcoólatra tem um caso inconsciente, mas é muito comum que isso aconteça”, ressalva a psicoterapeuta.
Influência Familiar
Em outros casos, a influência da família é fator determinante, como explica o psicólogo Gilberto Ferreira, mestre pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e o doutor pela Universidade de São Paulo (USP). “A criança começa a observar o comportamento dos pais desde muito cedo, e com isso percebe que situações de alegria e prazer estão relacionadas ao consumo de álcool.
No decorrer de sua vida, repetirá esse comportamento, relacionando-o sempre às situações de descontração, desafio e coragem, nunca a um vício.” Além dessa influência, outros fatores podem levar ao consumo abusivo do álcool, como nos revela a psicóloga Sonia Regina Solano Paes Breda, do Centro Terapêutico Viva, um centro de recuperação de dependentes químicos.
“Curiosidade latente, aceitação em um grupo de amigos, diversão, liberdde, desafio e autonomia dos pais são fatores determinantes. Logo esse hábito de beber para se alegrar e descontrair acaba virando o motivo maior de sua felicidade e até se tornando um refúgio para seus problemas.”
Acostumada a ver muitos casos parecidos no centro de recuperação, a psicóloga alerta para o fato de o efeito do álcool, apesar de causar euforia instantânea, ser seguido de depressão do sistema nervoso, o que deixa a pessoa ainda mais desconfortável e ansiosa.
“Comecei beber aos 14 anos junto com supostos amigos, pequenas doses que, aos poucos, foram aumentando. Quando bebia ficava violento e não tinha medo de nada – o alcoolista se acha o “super-homem”. “Eu usava a bebida como válvula de escape para meus problemas, tentando sair da realidade, mas depois que o efeito acabava, os problemas retornavam e a frustração aumentava”, declara Luiz Antônio da Cruz, assistente de administração, alcoolista recuperado há 13 anos, aos longo tratamento. “Minha esposa me abandonou e minha família disse que se não parasse de beber iria morar na rua. Resolvi tentar. Fui com minha mãe à Associação antialcoólica de São Paulo, assisti a vários depoimentos, que me deram uma luz, e senti uma felicidade muito grande. “Foi então que decidi mostrar à minha esposa e família que nunca mais ninguém iria me chamar de bêbado”, conta Luiz Antônio. Hoje ele é responsável pelo site www.alcoolismo.com.br.
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